As colheres têm passeado bastante. Primeiro eu as levei às cinco cidades onde vivi, durante o lançamento do livro “Crônicas do meu primeiro infarto”. Depois, pessoas que adoram colheres me convidaram para mostrá-las em outros lugares, começando por Brasília e Rio de Janeiro. Aqui em Vitória, mais de 1.300 colheres preencheram um painel de 13 metros lineares no Museu Vale. Muitas foram vistas no BANDES. No Museu da Casa Brasileira, em São Paulo, montamos uma exposição para homenagear o alemão Hans Hansen, que fotografou as colheres para um livro fantástico em Hamburgo, na Alemanha.

Em Viena, na Áustria, montamos uma exposição curtinha no Museum für Völkerkunde. Na Alemanha já estiveram em três cidades: Hochheim [ Galerie im Kelterhaus], Frankfurt [Galerie BRAUBACHfive] e Munique [Galerie Handwerk] e EXEMPLA, quando foram vistas por milhares de visitantes da feira internacional de artesanato. Na Suíça, elas ficaram durante 5 meses no Gewerbermuseum, o museu da indústria de Winterthur.