Ao lado das imagens, as palavras escritas têm ajudado a divulgar o que faço com bambu. Catálogos, folders e matérias jornalísticas usam fotografias e textos para atestar a beleza e a singularidade das colheres e para ampliar o entendimento sobre o que as faz existir e encantar pessoas.

Redigir textos técnicos sempre fez parte das minhas atividades profissionais, porém escrever um livro sobre a experiência de ter sofrido um infarto me fez entender o prazer de quem escreve sobre o que sente. Nele descrevi, num pequeno texto, os meus impulsos de cortar bambu para obter as primeiras colheres. De lá pra cá, escrevi um longo depoimento para uma publicação alemã e algumas crônicas a respeito para um jornal local.